#VEJAMercado | O aumento do imposto de importação sobre mais de mil produtos colocou a indústria no centro da discussão — e o consumidor no radar. Para o economista e professor da FGV, André Braz, a medida tem dois lados bem claros: pode dar fôlego a setores nacionais, mas também pode pressionar preços se não vier acompanhada de ajustes estruturais. E, em economia, intenção não paga boleto.
Para Marcus Pestana, diretor-executivo da IFI (Instituição Fiscal Independente), a medida pode ser um “tiro no pé”. A indústria nacional não consegue substituir rapidamente máquinas e equipamentos importados. O empresário continuará comprando de fora, só que mais caro. Resultado? Mais arrecadação para o governo, pouca modernização produtiva e custo maior na cadeia.
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